África do Sul: um festival de futebol para todas e todos (07.06.2010) |
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Patricio Frei da Fastenopfer entrevistou três jogadoras de futebol feminino e três jogadores do masculino, sobre suas vidas e seus desejos. Sonti Aphiwe: "Meu nome significa na língua Xhosa: a família que recebeu um dom maravilhoso. Eu vou pra o quarto ano ginasial e sou o melhor aluno da turma. A escola vai até as 14 horas. Depois passo em casa, como rapidamente um sanduíche de presunto e pronto, saímos a busca de crianças na aldeia, para podermos jogar 11 a 11. O campo de futebol está localizado logo abaixo da vila. É muito empoeirado - com exceção de um canto, onde um pequeno córrego atravessa. Por ele ter um pouco de grama, de vez em quando, alguém da aldeia, deixa um cavalo ou uma vaca pastar sobre ele. E jogamos ao seu redor. Aqui, nenhuma criança tem sua própria bola de futebol. Costumamos brincar com o Umdudla - que é uma bola feita em casa, de resíduos de plástico, de papel e balões. Eu sou bom de bola e minha posição preferida é o ataque. Meu pai trabalha numa grande fazenda. É o que quase todo mundo faz aqui. O trabalho é duro e mal remunerado. ___________________________________________________
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