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Comércio justo

 

 

Fortalecer selos sociais

Normas sociais se baseiam nas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), concretamente na abolição do trabalho infantil, como também do trabalho forçado e coagido; na saúde e na segurança no trabalho; na liberdade de associação; no direito à negociação coletiva; na conquista de salários justos e de um máximo admissível de horas de trabalho, além da não-discriminação no posto de trabalho. O debate sobre estas normas sociais é influenciado, específicamente, pelas condições de trabalho exploratórias nas fábricas que produzem artigos téxteis e esportivos para grifes de marketing global. A maior parte dos governos não assegura a aplicação das leis trabalhistas, abrindo desta maneira a porta para o abuso.

Famílias agricultoras, lavradores e lavradoras nos chamados países emergentes sentem na própria carne as consequências do mercado global, da ausência de preços garantidos e da exploração por parte de intermediários locais. As consequêcias variam entre o endividamento, o desemprego e a miséria. Geralmente, só restam pouquíssimas alternativas para a produção habitual. Estas envolvem frequentemente o cultivo de drogas, a prostituição, o trabalho infantil ou a migração para as favelas das grandes cidades. Baseado essencialmente no respeito pelos direitos humanos, o comércio justo é, portanto, imprescindível. Graças aos selos sociais, os consumidores e consumidoras são capazes de fazer uma escolha ética e de contribuir para a melhora da situação dos produtores e produtoras. Para muitas pequenas empresas e pequenos agricultores no Sul, o comércio justo representa um caminho de saída de um impasse.

Através do trabalho nesta temática, Fastenopfer visa a promover internacionalmente o marketing de produtos de comércio justo. Nos países do Sul, os nossos projetos apoiam as redes de comércio justo e a venda dos produtos nos mercados locais.

 

Projetos e organizações apoiados por Fastenopfer

 
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